O presidente do Sindicato dos Médicos no Estado do Tocantins (SIMED-TO), Reginaldo Abdalla, participou de uma live promovida pelo veículo Gazeta do Cerrado ao lado de outros representantes sindicais e defendeu a aprovação de um subteto único para o funcionalismo estadual.

Abdalla lembrou que há quatro meses houve reuniões com secretarias do governo e representantes dos servidores para que resultasse na formatação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada na Assembleia Legislativa, mas retirada 24h depois.

A proposta é vincular o valor máximo dos vencimentos ao salário do desembargador do Tribunal de Justiça e não mais ao salário do chefe do executivo, congelado desde 2011.

“Isso não foi feito a toque de caixa, mas um estudo de pelo menos quatro meses e não foi feito por amostragem, mas nominalmente, servidor a servidor para que se chegasse ao impacto real sobre a mudança real do teto único e chegou-se à conclusão de que é viável e factível”, lembrou, ao citar que o Executivo reconheceu a necessidade de revisar o teto único.

“As categorias fizeram uma proposta de dividir a implantação não em quatro, mas em 8 anos, levando em consideração a situação econômica do país e do estado”, ressaltou.

Reginaldo Abdalla revelou ainda que as categorias pediram uma audiência com o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) para saberem de forma direta as razões para a retirada da proposta.